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Criciúma terá

Criciúma terá centro de recuperação para adolescentes dependentes químicos

Por Redação Engeplus

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Foto: Foto: Tiago Maciel

O mal devastador das drogas destrói gradativamente saúde, reputação e famílias de usuários. Com o objetivo de combater diretamente este problema, o prefeito de Criciúma, Clésio Salvaro, assinou ordem de execução de serviço para construção do Centro Regional de Referência e Estudos para Recuperação de Dependentes Químicos Infanto-Juvenil. O local prestará atendimento ambulatorial para crianças e adolescentes de 12 a 17 anos e será construído no bairro Vila São Sebastião.

O investimento advém de um convênio estabelecido com o Governo Federal, através da intermediação do deputado federal Jorge Boeira. A área edificada do centro de recuperação será constituída de 530 metros quadrados e está orçada em R$ 538.772,63. A empresa Fecel Engenharia ficará com a responsabilidade de erguer o prédio com previsão de entrega para 180 dias.

O ato da assinatura foi acompanhado pelo deputado estadual e ex-prefeito de Criciúma, Altair Guidi, alguns vereadores do município, além dos secretários de Infraestrutura, Planejamento e Mobilidade Urbana, José Sérgio Búrigo, e do Sistema Social, Naiany Colombo Dias. O presidente do Conselho Municipal de Políticas Anti-Drogas (Comad), Manoel Rozeng, e as equipes dos sistemas de Saúde e Social de Criciúma também acompanharam o ato.

A realização desta conquista tomou corpo após muita luta, conforme salienta o presidente do Comad. A inclusão deste centro no rol de serviços disponibilizados para o combate às drogas contribui muito em um segmento específico que envolve os dependentes químicos. "Muita gente costuma rotular usuário com dependente químico. Este local será importante porque, com profissionais capacitados, cada jovem vai passar por uma bateria de exames e chegar a um diagnóstico preciso para ser encaminhado a um tratamento adequado. Caso a resposta ao processo de recuperação ambulatorial nesta casa não seja o ideal, haverá a possibilidade de se encaminhar para outro tipo de terapia", explica Rozeng.

Colaboração: João Pedro Alves/Decom

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