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Estilo grapling

Criciumense chega a final de jiu-jítsu em competição na Argentina

Vaga para o mundial será decidida em março

Por Emanuela Teixeira

3 min de leitura

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Foto: Divulgação

A criciumense, Alice Antunes, de 13 anos, chegou a final do campeonato ADCC South American Open de jiu-jítsu, estilo grapling, mas não conseguiu sair com a vitória. A competição aconteceu nesse sábado, dia 13, em Buenos Aires, na Argentina. Apesar de a atleta ter perdido a chance direta ao mundial, em março de 2026 tem uma possibilidade de conseguir a classificação.

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Com o fim da temporada, Alice conseguiu a quinta colocação no ranking geral, entre meninas de 6 a 17 anos de toda a América Latina. “Foi uma temporada difícil, a ADCC é uma competição extremamente difícil de se vencer. Principalmente por termos participado de tudo. Exige muito preparo físico, mental e técnico. Cansa bastante por serem vários fins de semana fora de casa e viajando de carro. Mas, acho que fui bem preparada”, expressou Alice.

Apesar de não ter vencido, ela ainda tem uma chance de classificar para o mundial, por meio de um trial, no dia 14 de março de 2026. “O Trial acontece duas vezes ao ano, no Rio de Janeiro e também em São Paulo. E decide as últimas vagas para o mundial. Quem for campeão nessa seletiva saí com as vagas, por isso estamos apostando tudo nessa etapa para poder classificar os nossos atletas”, detalhou o técnico da esportista, Diego Luiz Caetano.

Outros atletas também se destacaram

Além da Alice, outros atletas da academia Cave Bros, também participaram da competição latina e tiveram bons resultados. Um exemplo disso é Maria Luiza Honorato, filha de Caetano, que foi campeã do campeonato. “Ela conseguiu a segundo colocação no ranking geral até 17 anos, sendo que está com somente 11 anos”, relatou.

Maria Luiza com suas medalhas. (Foto: Divulgação)

Junto a ela, Mariana Beuren conquistou uma medalha de bronze e também ficou perto da classificação para o mundial, Arthur Higinio pode ter se classificado, dependendo de alguns resultado e Kauã Rock que foi campeão na ADCC. “Foi um resultado bastante expressivo e mostra que ele tem condições de conseguir a vaga para o mundial também”, frisou.

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Retrospectiva do ano

A academia acompanhou o ADCC América Latina durante toda essa temporada. “Fomos para o Paraguai, Argentina e Brasília. Em muito lugares do Brasil e também fora dele”, expressou.

Ele destacou a importância de Criciúma participar de competições desse nível no esporte. “Foi um privilégio muito grande poder ter tido a oportunidade de acompanhar esse grande evento que classifica para o mundial e dar olhares diferentes para o Sul de Santa Catarina. Porque a gente tem potencial de ser um polo esportivo com bastante afinco e personalidade. Principalmente com a quantidade de talentos aqui da região”, completou.

“O sentimento é de gratidão, o trabalho foi feito e a gente sabe que tem condição técnica para estar construindo atletas. Talvez nos falte recurso, mas não empenho. Essa forma tarefa na comunhão de pais, alunos e professor. Sabemos que o sonho é possível e basta trabalhar”, finalizou.

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