Criciumense relembra
Criciumense relembra 11 de Setembro
Por Redação Engeplus
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Professor de inglês o criciumense André Abreu chegou aos Estados Unidos em Julho de 2001 e acompanhou de perto todo o pânico e os efeitos provocados pelos ataques de 11 de Setembro. "Era uma terça-feira que deveria ter sido um dia comum, mas que mudou bastante a vida dos americanos e complicou principalmente a situação dos imigrantes que vivem por lá",destaca.
Segundo ele as primeiras informações sobre o choque dos aviões contra as torres deixou o país em polvorosa. "Era 8he45min quando o primeiro avião bateu contra uma das torres. No rádio foi apresentado um boletim rápido, não se tinha nenhuma informação detalhada. Meu chefe, naturalizado norte-americano, mas nascido na Armênia, disse que tinha toda certeza que era um ataque terrorista", relata Abreu.
Para o professor o ataque terrorista transformou 2001 em um dos anos mais terríveis para a economia e para a história dos Estados Unidos. "Aquele dia foi o dia mais infeliz nos Estados Unidos. A economia entrava em ligeira depressão e partir do ataque tudo piorou. O Natal norte-americano de 2001 também foi muito sombrio", ressalta.
Tristeza para os nativos e para os emigrantes. Projetos que tramitavam no congresso para legalizar os estrangeiros indocumentados foram engavetadas. "Todas as políticas adotadas pós 11 de setembro afetaram grande parte da comunidade de emigrantes nos Estados Unidos, a medida de se tirar impressões digitais nos aeroportos também limitou as viagens de volta para casa e de volta para os Estados Unidos dos imigrantes indocumentados."



