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Crise do técnico chega a oito dias no Tigre

Por Redação Engeplus

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O Criciúma está há oito dias sem um treinador efetivo. Neste período, consolidou-se na zona do rebaixamento do Brasileiro e não conseguiu concluir qualquer das negociações visando encontrar um substituto para Édson Gaúcho, que caiu após a derrota em Brasília para o Gama.

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Com os vários insucessos nas tentativas de contratação, o Criciúma chega na semana do jogo com o CRB com duas alternativas bastante conhecidas: ou aceita o contrato proposto por Luiz Gonzaga Milioli e o efetiva treinador, ou repatria Leandro Machado, que foi demitido no início da Série B.

Primeiro nome cogitado, Vágner Benazzi logo foi descartado, por força da sua condição financeira e da sua falta de interesse. Na sequência, o nome de Zetti também saiu da lista, por conta de alguma referências vindas do Juventude, seu ex-clube, que não agradaram.

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Roberval Davino, que chegou a receber proposta do Tigre, preferiu ficar no Mirassol, do interior de São Paulo, onde seu salário é maior. Paulo Campos, ex-Paraná e que ainda está na mira de alguns dirigentes do Criciúma, tem propostas para trabalhar novamente no futebol árabe.

A direção reúne-se nesta segunda-feira, às 18 horas, visando definir sua comissão técnica. O compromisso com o CRB será sexta-feira, às 20h30min, no Heriberto Hülse.

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