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Crise na direção de arbitragem da LARM

Por Redação Engeplus

2 min de leitura

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A Liga Atlética da Região Mineira está sem diretor de arbitragem. Almir Bortolotto, que vinha desempenhando a função, deixou o cargo. "Houve divergências com árbitros e direção da Liga, e intromissões no meu trabalho que eu não pude aceitar". Bortolotto chegou a pedir dispensa do quadro de árbitros, mas foi convencido a permanecer.

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Segundo o secretário geral da LARM, Emerson Lodetti, houve uma decisão sobre arbitragens em recente reunião. "A direção da Liga e os clubes entendem que os melhores árbitros devem trabalhar. O Almir não gostou, por causa do rodízio que ele propôs. Daí, resolveu sair", informou.

"Andei suspendendo alguns árbitros. Eles vieram brigar e começou a dar choque. Havia vetos de clubes a juízes também, e eu não compactuei com isso", justificou. Almir comenta que apitaria o clássico Metropolitano x Caravaggio, na primeira rodada, mas acabou vetado. "O Metropolitano não gosta de mim, e a gente tem que acabar com essas coisas".

Lodetti reconhece que há vetos de clubes. "E isso é normal em qualquer campeonato". O dirigente da LARM elogiou o trabalho de Bortolotto, reconhecendo que ele revelou vários nomes.

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Um dos árbitros mais experientes da LARM, Almir mencionou que multiplicou o quadro. "Quando assumi, havia 35 trabalhando. Hoje, deixamos quase 100". Bortolotto estava propondo um rodízio entre todos nos jogos do Regional da LARM, mas foi barrado em sua pretensão. "A Liga acha que só alguns árbitros devem trabalhar, e eu discordei disso".

Almir referiu, também, que realizou uma prova teórica com os árbitros da região, e ficou decepcionado. "Teve muito árbitro importante que tirou nota 4, 5. Muito ruim". Emerson Lodetti confirmou que houve a prova, e que o rendimento da maioria foi fraco.

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