Crise no
Crise no HISC incendeia Câmara
Por Redação Engeplus
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Debates acalorados dominaram a sessão da Câmara de Vereadores de Criciúma na sessão desta terça-feira, pautados pelos incêndios registrados no Hospital Infantil Santa Catarina. A incapacidade administrativa assumida pelo prefeito Clésio Salvaro foi alvo de duras críticas no plenário.
"Três administrações lutaram para colocar este hospital em funcionamento e agora em três meses o prefeito diz que ele é inviável”, disparou o vereador Ivan Westphal (Camisa). A história do Brasil mostra que no passado o Estado também praticou atos terroristas para incriminar terceiros. Lembrem-se do Rio Centro”, assinalou.
A decisão de transferir a administração do HISC para o Hospital São José foi também alvo de questionamentos. "Tomar a decisão e dizer que é irreversível é um grande erro político
desta administração. Nós não temos função então", reagiu a vereadora Romanna Remor.
"Hospital é respeitado até na guerra e isso que está sendo feito é um absurdo”, observou o vereador Luiz Fernando Cardoso. “A transferência para o São José é irreversível?”, indagou ele. “Então vamos ver se é irreversível. Hospital não gera lucro e nem é para gerar. E ninguém nunca disse que é fácil de administrar. Falta respeito com a saúde pública", completou.
Críticas não faltaram também ao próprio prefeito Clésio Salvaro. "Ele é muito despreparado”, fulminou o vereador Douglas Mattos. “Trata as críticas com um trator, não tem respeito e isso não vai terminar bem. Ele confunde o privado, onde pode fazer a bobalhada que quiser, com o público. Sofre de autoritarismo e chama a cidade toda para a briga", desabafou.
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