Crise sem
Crise sem fim no futebol do Tigre
Por Redação Engeplus
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Ao cair para a Série C do Brasileiro em 2008, o Criciúma entrou em uma crise da qual ainda não se recuperou: a da direção de futebol. Nos 14 meses seguintes, seis já desempenharam a função.
Agora, problema para o presidente Antenor Angeloni resolver. Um gerente está sendo contratado, e é possível que não haja a figura política do diretor.
O primeiro diretor pós-descenso foi Waldeci Rampinelli, que assumiu em 3 de dezembro de 2008, e saiu em 13 de maio. Foram 158 dias no comando do vestiário tricolor.
Em seu lugar, assumiu Lesbon Aguiar. Diretor até 20 de junho, ficou 38 dias no cargo.
Após, o supervisor Antônio Benatti, o Rakette, foi promovido a diretor, sendo o titular de 20 de junho a 6 de outubro, durante exatos 108 dias.
Posteriormente, assumiu José Carlos Librelato, de 6 de outubro a 16 de novembro. Foram 41 dias.
Um mês depois, foi a vez de Ervínio da Silva Filho, o Preto, dirigir o futebol por 74 dias, até o final de fevereiro.
Por último, Reginaldo Corrêa esteve no comando por 11 dias.



