D. Jacinto
D. Jacinto é o segundo Flach em Criciúma
Por Redação Engeplus
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A nomeação do bispo D. Jacinto Flach para a Diocese de Criciúma nesta semana mexeu com a memória de dezenas de profissionais liberais da região. Não pelo aspecto religioso, mas sim genealógico. Há 35 anos, outro Flach aportou na cidade para marcar época e, redundância à parte, deixar sua marca.
Entre 1971 e 1974, o professor Sinécio Emílio Flach converteu-se em referência da austeridade pedagógica ao lecionar Física e Química no ensino médio do Colégio Marista. “Ele havia deixado o Exército e trouxe consigo noções muito claras de disciplina”, recorda o engenheiro civil Édio Castanhel. “Quando ouvi o nome do bispo, lembrei dele na hora.”
A sisudez em sala de aula virou uma peneira para os alunos que pretendiam trilhar carreiras por áreas afins às duas matérias e os que as odiavam. “Em 1971, o Marista reunia três turmas do primeiro ano”, conta Édio. “Em 73, havia somente um terceirão, mas a linha dura do professor compensou. Dos 36 formandos, 33 passaram em vestibulares de universidades federais.”
TRONCO COMUM
Flach deixou o Marista ao trocar Criciúma por Florianópolis para lecionar na Ufsc até a aposentadoria. “Ele reside no bairro Itacorubi e conversei com ele por telefone”, relatou nesta manhã o diretor do colégio, Jairo Rambo. “Ele me disse que não conhece o bispo, mas que com certeza são parentes porque os Flach, embora família numerosa, tem uma origem comum.”
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