Dando a volta ao mundo de helicóptero, criciumense chega na Rússia e completa 50 dias de viagem

Ao lado do piloto britânico, Peter Wilson,ele quer bater recorde mundial

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Por Lucas Renan Domingos -

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Dando a volta ao mundo de helicóptero, criciumense chega na Rússia e completa 50 dias de viagem
Foto: Reprodução/YouTube/Canal De Helicóptero pelo Mundo

Com o objetivo de dar a volta ao mundo de helicóptero em 100 dias, o criciumense André Borges de Freitas partiu do aeroporto Aeroporto Regional Humberto Guizzo Bortoluzzi, em Jaguaruna (SC) no dia 18 de junho. Nesta terça-feira, dia 6 de agosto, ele completou 50 dias de viagem ao lado do piloto britânico Peter Wilson, seu parceiro na aventura.

A dupla chegou à Russia nessa segunda-feira, dia 5. Os dois partiram de Semei, no Cazaquistão, e depois de aproximadamente três horas de viagem chegaram até Novosibirsk, já em solo russo.

“Tivemos uma certa dificuldade pra sair de Semei. Primeiro falaram para a gente que não tinha sido pago as taxas e isso demorou um certo tempo até descobrirem que estavam pagas. Depois, na hora que a gente pediu para decolar, pedimos para ver o plano de voo e não tinha. Tivemos que entrar em contato com o pessoal que está organizando os nossos voos para passar um novo plano. Demorou 25 minutos para o plano de voo ficar pronto. São coisas que acontecem”, relatou Freitas em um vídeo postado em seu canal no YouTube, onde compartilha os detalhes da viagem.

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O criciumense e o britânico farão uma curta pausa na primeira cidade russa onde pousaram. “Vamos ficar três dias. Vai dar para dar uma descansada e uma ‘turistada’”, brincou Freitas.

De olho no recorde

Durante os 100 dias de viagens, eles percorrerão 35 países e 57 mil km. O criciumense será o primeiro brasileiro a dar uma volta ao mundo de helicóptero. Mas, ao lado do britânico, ele tem outro objetivo: bater o recorde mundial do Guinness Book de volta mais rápida, passando pelos pontos antipodais.

O que são pontos antipodais?

Dois pontos serão antipodais quando opostos em relação ao centro da terra. Sobre a terra, apenas 4% da superfície possui pontos antipodais terrestres.

Para a rota do criciumense e do britânico, os pontos antipodais serão Bichura, na Rússia, e El Calafate, na Argentina. A passagem pelos pontos antipodais é uma das rotas que classificam a volta ao mundo pelo Guinness Book.

Ao completar o percurso no tempo estimado, os dois baterão o atual recorde que é de Peter Wilson, o parceiro de Freitas. Em 2017, ele e outro piloto britânico, Matthew Gallagher, fizeram a volta ao mundo em 121 dias.

A dupla já passou por Brasil, Guiana Francesa, Guiana, Granada, Santa Lúcia, Saint Maarten, Porto Rico, Turks & Caicos, Bahamas, EUA, Canadá, Groenlândia, Islândia, Ilhas Faro, Reino Unido, Luxemburgo, Áustria, Sérvia, Bulgária, Turquia, Geórgia, Turcomenistão, Uzbequistão, Cazaquistão e Rússia. Os próximos destinos são México, El Salvador, Costa Rica, Panamá, Colômbia, Equador, Peru, Chile, Argentina e Uruguai.

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