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Das sucatas

Das sucatas aos semáforos

Por Redação Engeplus

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Foto: Foto: Divulgação

Do lixo à sinalização. Um funcionário da Autarquia de Segurança, Trânsito e Transportes de Criciúma (ASTC) reaproveita peças de semáforos danificados e produz novos equipamentos que ganham as ruas de Criciúma. José Leal é técnico de semáforos da ASTC há nove anos e desde 2009 presta este trabalho. “Comecei ver as peças e os equipamentos quebrados que eram desaproveitados, então resolvi pegar estas sobras e produzir novos equipamentos”, explica.

Segundo Leal, esta é uma forma de economizar o dinheiro público. “A empresa aprova a iniciativa, pois economiza na compra de novos equipamentos e também economiza o nosso dinheiro, pois pagamos impostos e o valor utilizado na compra de novos equipamentos é dinheiro público”, pontua. Um semáforo novo custa R$ 1,8 mil. Já o recuperado gira em torno de R$ 650.

Em Criciúma, os semáforos estão presentes em 50 cruzamentos. As sinalizações estão tanto na área central como nos bairros. De acordo com Leal, a tendência, a partir de agora, são as trocas das luzes incandescentes para as luzes de LED, que são mais modernas e mais econômicas. “Estes aparelhos representam 90% de economia. Para ter uma ideia, a luz incandescente possui 100 watts e a de LED 10 watts”, compara.

A recuperação dos semáforos, conforme o técnico, não é demorada. “Quando não estou na rua reformando os semáforos, fico produzindo os equipamentos”. O lixo transformado em semáforos pode ser visto pela população. “Em frente à rodoviária, próximo ao estabeleciemnto Bico de Pão, na avenida Centenário; os semáforos são reformados e as pessoas acabam nem percebendo. É como se fosse novo”, pontua Leal.

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