De capitão
De capitão tricolor a reserva
“No meu contrato não está dizendo que tenho que ser titular”, destaca Amaral
Por Redação Engeplus
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Amaral chegou ao Criciúma com fome de bola. “Minha meta individual é jogar todas as partidas”, disse o jogador no dia da sua apresentação no Tigre. Do começo do Campeonato Catarinense, até a 5ª rodada, a meta estabelecida pelo jogador vinha sendo cumprida, com o volante, inclusive, chegando a ostentar a braçadeira de capitão do Criciúma. Entretanto, nas duas ultimas partidas, o atleta perdeu o seu espaço na equipe titular do técnico Paulo Comelli e foi parar no banco de reservas.
Experiente no mundo do futebol, o jogador, de 29 anos, não se abala com a situação. “Já passei por situações muito piores em outras equipes grandes como o Criciúma. No meu contrato não está dizendo que tenho que ser titular. Quando o Paulo me colocou de titular e de capitão, ele não foi me de dar explicação. Quando me tirou da equipe, acho que também não tem que dar explicação. Ele é o treinador, o comandante, e nós somos os comandados. Então tenho que acatar as ordens, seja de quem for. Abalar não, porque é início de ano, a gente não está em uma situação confortável. Se todo mundo que não jogar se abalar, atrapalha o grupo”, pontua Amaral.
O volante tricolor conta que segue trabalhando forte e aguardando por uma nova oportunidade de mostrar o seu potencial. “Venho trabalhando, não posso baixar a cabeça nunca. Sou um cara experiente, não posso deixar de trabalhar, treinar, para poder estar disposto quando o Comelli precisar”, ressalta o jogador que foi emprestado pelo Cruzeiro. No vídeo, Amaral diz que ainda existe tempo de se recuperar no Catarinense.



