Por Nei Manique - neimanique@engeplus.com.br
Em
Natural de Criciúma e há dois anos radicado na Europa, o músico Samuel De Bona alimenta o desejo de retornar. Professor da Fundação Cultural entre 2001 e 2003, ele emigrou em 2008 circulando entre Portugal e Espanha.
Vivendo na ilegalidade por não ter contrato de trabalho, acabou detido duas vezes. “Um dia estava tocando no Copacabana Café, em Lisboa, quando chegou o Serviço de Imigração e Fronteira”, conta. “Passei uma noite preso. Decidi trabalhar na Ilha dos Açores, mas também fui pego e, graças à inspetora-chefe, liberado.”
De volta a Lisboa, conseguiu enfim um contrato. Na Espanha, realizou o antigo sonho de tocar violão flamenco. MPB, rock nacional e internacional e flamenco integram hoje o repertório do músico. “Até o final deste ano, pretendo retornar a Criciúma”, anuncia, transpirando de saudades.
(Colaboração: Aline Ventura / Agência Gaia Brasilis)



































