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De herói

De herói a vilão, Adriano vive crise no Criciúma

Por Redação Engeplus

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Badalado na Chapecoense campeã catarinense de 2007, o meia Adriano chegou na mesma temporada ao Heriberto Hülse com pinta de ídolo. Logo, não conseguiu decolar e raramente teve alguma atuação que lembrou o talentoso jogador que despertou a atenção do Tigre.

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Após duas apagadas participações com o time na Série B, Adriano iniciou a temporada da pior forma possível. Apresentou-se ao clube com semanas de atraso e, ainda assim, ganhou uma chance para mostrar o seu futebol. No retorno, sua estrela brilhou e foi citado como herói ao marcar, num sábado à noite, o gol da vitória do Tigre sobre o Metropolitano por 3 a 2, em Timbó, na terceira rodada do Estadual.

Tempos depois, contra o mesmo adversário, mas desta vez no Heriberto Hülse, e fazendo parte de um time reserva do tricolor, Adriano teve discretíssima atuação e, quando tocou na bola, foi vaiado por torcedores. Acabou sacado no intervalo por Leandro Machado, dando lugar ao jovem atacante Tiagão.

"Ele é um ótimo caráter. Está buscando um recomeço, e tem auto crítica suficiente para saber que não está bem", afirmou o treinador do Tigre, após o empate em 2 a 2 com o time de Blumenau, neste sábado. "Vamos sentar e conversar. E avaliar a sequência dele ou aqui, ou em outro lugar". Com esse comentário, Machado deixou a entender que o ciclo de Adriano no Criciúma poderá estar terminando.

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Em entrevistas recentes, o diretor de futebol Waldeci Rampinelli não escondeu seu descontentamento com o futebol apresentado pelo meia. Voltou a salientar isso, inclusive, antes do jogo de ontem.

Pelo cronograma estabelecido no Criciúma, as partidas contra Joinville, Hermann Aichinger e Metropolitano seriam decisivas para testar quem pode ficar e quem deve sair. A semana será, portanto, de decisões no Tigre.

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