De volta ao Majestoso, Silvinho aguarda ansioso por retorno ao gramado

“Não vejo a hora de vestir a camisa de novo e voltar a jogar”, diz atacante tricolor

Por Marcelo de Bona - marcelodebona@engeplus.com.br

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De volta ao Majestoso, Silvinho aguarda ansioso por retorno ao gramado
Foto: Fernando Ribeiro/www.criciumaec.com.br

Cinco meses e dez dias após ser submetido a uma cirurgia no joelho, Silvinho está de volta ao estádio Heriberto Hülse. O atacante deu início ao processo de transição entre a saída do departamento médico e o retorno aos treinamentos com o restante do grupo.

Contando as horas para voltar aos gramados, Silvinho terá que conter a ansiedade, pois a expectativa é de que o seu retorno ao Tigre aconteça somente no Campeonato Brasileiro da Série B.

“Por mim voltava antes, mas tem que ir com calma. Agora, tendo a convivência com o pessoal aumenta a ansiedade e a vontade de jogar. Com certeza, para a estreia do Brasileiro já vou estar bem. Estou muito bem, feliz em estar voltando, e não vejo a hora de vestir a camisa de novo e voltar a jogar. A previsão para voltar era entre seis e oito meses, mas acho que fechando mais um mês e meio estou voltando. Conversei com o pessoal da preparação física e vamos fazer primeiro a transição, que é voltar a correr com mais intensidade, bater na bola, fazer alguns giros. Daqui a algumas semanas começo a entrar nos trabalhos técnicos até estar mais forte para voltar a jogar. A princípio, é fortalecer, porque a perna direita, que foi operada, está um pouco mais fraca que a esquerda. Mas em algumas semanas ela volta ao normal”, comenta Silvinho.

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Sem jogar desde o dia 24 de setembro do ano passado, quando escorregou e sofreu a lesão durante um lance casual com o volante Aránguiz, no duelo contra o Internacional, em Porto Alegre, Silvinho revela como foram os longos dias longe do futebol.

“No começo foi difícil demais. Na verdade, depois que operei comecei a assistir a alguns jogos do time e passou um tempo não consegui assistir mais, de tão nervoso que ficava. Foi um pouco difícil, porque você vê o time naquela situação e não pode ajudar, minha perna ficou muito inchada. Mas com o passar dos meses fui melhorando. Fiz todo o tratamento no Corinthians. São excelentes profissionais, me ajudaram bastante. Mas é uma situação difícil, não desejo para nenhum atleta passar por isso, ficar esse tempo todo sem fazer o que você mais ama é complicado”, descreve o atacante do Criciúma.

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