Defesa Civil
Defesa Civil de Criciúma interditará igreja
Por Redação Engeplus
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Atualização de matéria às 22h44min / Por determinação do Ministério Público Federal (MPF), um relatório de avaliação de dano patrimonial foi produzido por técnicos da Associação Beneficente da Indústria Carbonífera de Santa Catarina (Satc) na estrutura da igreja de São Roque, em Criciúma. O resultado é a interdição da construção até que se solucione o problema.
A partir de agora o centro comunitário vai abrigar as celebrações religiosas da igreja católica. O prazo determinado pela Coordenadoria de Proteção e Defesa Civil de Criciúma para que sejam retirados todos os objetos e imagens sacras do interior da igreja de São Roque, é de 48 horas.
A solicitação foi feita pela Coordenadoria de Proteção e Defesa Civil de Criciúma, que também vai apresentar detalhes do laudo aos moradores da comunidade nesta segunda-feira, às 19h30min, no centro comunitário do bairro. A igreja católica foi construída entre 1941 e 1945, e atualmente apresenta rachaduras em sua estrutura interna e externa.
Conforme a coordenadora de Proteção e Defesa Civil, Ângela Mello, o documento aponta que a igreja foi construída sobre um aterro argiloso, o que, após o passar dos anos, contribuiu para o aparecimento de rachaduras, além do fato de estar construída a 30 metros da margem do rio Sangão, que durante anos, em períodos de chuva transbordava e alcançava a estrutura da igreja.
Na reunião serão apresentadas algumas propostas de soluções para o problema enfrentado. Um profissional da Fundação Cultural de Criciúma (FCC) vai participar do encontro, já que trata-se de uma igreja tombada pelo Patrimônio Histórico. A intenção é buscar, por meio da Lei Rouanet, recursos para uma restauração.
Com informações de Kênia Pacheco/Decom



