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Comandante tricolor

Deivid alerta para atenção até o apito final

"Não podemos tomar esse tipo de gol no finalzinho”, ressalta o técnico

Por Redação Engeplus

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Foto: Caio Marcelo / Criciúma E.C.

O Altos vendeu caro a sua desclassificação na Copa do Brasil, após estar duas vezes atrás no marcador, o time visitante foi buscar o empate e levou para os pênaltis a disputa pela vaga na terceira fase da competição. Na avaliação do técnico Deivid, o Criciúma poderia ter conquistado a classificação de uma forma mais tranquila se tivesse ficado alerta até o apito final do jogo.

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“Faltou atenção. Não tenho dúvida. Fomos envolvidos no segundo tempo, perdemos o meio. No momento que consertaria o Luiz se machucou. Não consegui colocar o Caique para fazer o losango. Eles estavam perdendo e fizeram um 3-5-2. Tinham dois homens sobrando no meio. Mas faz parte, assim como fizemos o gol aos 49 minutos no domingo, hoje tomamos. Falei para eles que time que quer ser campeão tem que ter muita atenção nos 90 minutos. O jogo só acaba quando o juiz apita”, alerta o comandante tricolor.

Ainda segundo o técnico do Tigre, o fato de o time carvoeiro ter entrado em campo como favorito e tendo a responsabilidade de buscar a vitória acabou atrapalhando a atuação da equipe.

“Quando você vai jogar com a responsabilidade de ter que ganhar, o emocional vai muito alto. Com todo respeito ao Altos, eles eram franco-tirador. Nunca tinham passado desta fase, era um feito inédito. Quando você joga com a responsabilidade de ganhar, pesa um pouquinho. Mas a responsabilidade é toda minha. Temos que acertar, mas como são muitos jogos, não temos como treinar. Temos que fazer os ajustes vendo os vídeos. Não podemos tomar esse tipo de gol no finalzinho”, reforça o técnico.

Confira abaixo outros temas da entrevista coletiva de Deivid:

Saída de João Henrique para a entrada de Alex Maranhão

“O João sentiu o adutor, ele já vinha se queixando durante a semana. Já iria tirar ele no primeiro tempo, mas esperei para que pudesse fazer a mudança no intervalo. São características diferentes. Nós não conseguimos ficar com a bola no pé. Quando fiz a mudança de colocar o Pitbull para dentro e colocar o Pimentinha lá era para segurar a bola e esperar os dois meias de trás chegar”

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Dodi na primeira cobrança de pênalti

“Quando não joga o Maranhão, o batedor oficial é o Dodi. Coloquei ele como primeiro, porque ele treina bem. Não sou muito fã de treinamento. No treino faz dez e no jogo você perde, acho que não interfere muito. Falei para ele, se tiver pênalti você vai bater. O Zico perdeu o pênalti, eu perdi pênalti, outros já perderam, faz parte. Mas não pode perder e ficar desacreditado”

Altos franco-atirador

“Falo que é um franco-atirador porque é uma equipe que não estava esperando passar da primeira fase. Eles vieram sem responsabilidade, com todo respeito ao Altos, ao Diá (técnico), mas a responsabilidade era toda nossa. Quando atleta também já fui franco-atirador. Da responsabilidade ser do time adversário. Isso faz parte. Tem um peso maior quando você tem que ganhar na sua casa. Falei para eles (jogadores) terem calma, intensidade não é presa. Temos 90 minutos para ganhar o jogo. Esse time estava há cinco jogos sem perder, não são bobos.

Inversão de Caio Rangel e Pitbull

“O lateral-direito não estava apoiando muito. Como o Pitbull estava sentindo um incomodo na coxa durante a semana, o lateral-esquerdo estava subindo demais. Como o Caio tem o um contra um melhor que o Pitbull eu queria que o lateral-esquerdo apoiasse e deixasse o buraco para o Caio ir no mano a mano. Nós conseguimos fazer isso no primeiro tempo e quase fizemos o gol. No segundo tempo não conseguimos fazer”

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