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Deivid, ganhou, mas reclamou das vaias

Técnico lembrou que tinha poucas opções para armar o time que venceu o Metro

Por Redação Engeplus

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Foto: Caio Marcelo / Criciúma EC

O técnico Deivid estava visivelmente chateado, mesmo depois de ter vencido o Metropolitano neste sábado por 5 a 4 no Heriberto Hülse. As vaias ouvidas no Heriberto Hülse irritaram o comandante tricolor.

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“Fiquei chateado”, reconheceu. “Não adianta o torcedor vaiar. Estamos carregando coisas que aconteceram em 2014. Tem uma carga emocional muito grande para os meninos. Tem a cobrança de subir e ganhar”, avaliou. Ao referir 2014, o treinador fez relação com o rebaixamento na Série A compreendendo que, desde então, o torcedor guarda mágoas que estariam sendo extravasadas agora.

Para o técnico, há jogadores que estão rendendo mais fora de casa do que no Majestoso, por conta da cobrança. “Eles sentem o peso aqui. Não vejo problema de vaiar, mas também é preciso reconhecer o nosso esforço”, pediu Deivid. “Se quer o Criciúma na Série A, vai ter que correr junto”, conclamou.

Pouca gente
no banco

Ele insistiu na dificuldade que vem encontrando para montar o elenco. Hoje, o corte do lateral Maicon Silva, de última hora, fez o Tigre ter no banco apenas quatro jogadores em condições, sendo um goleiro. “Não temos orçamento para mais. Eu queria ter jogador de cem mil reais, mas estamos trabalhando com o que temos condições”, ponderou.

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Na avaliação do jogo, Deivid reconheceu as falhas do time nos quatro gols sofridos. “Três gols deles nasceram de erros nossos”, analisou. E o técnico concordou que a saída do volante Barreto complicou ainda mais o time em campo. “O Dodi não tem característica de jogar como primeiro volante, daí sentiu quando o Barreto saiu. Eu só tinha três no banco”, justificou.

Vai de time
misto de novo

O time está visivelmente cansado. Por isso, o expediente adotado neste sábado, quando Luiz, João Henrique e Jheimy foram poupados, deve se repetir com outros jogadores nas duas últimas partidas do turno do Catarinense, contra Atlético Tubarão e Chapecoense. “É, vou ter a semana inteira para trabalhar e recuperar jogadores”, apontou, sinalizando para a escalação de times mistos em Tubarão e Chapecó.

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