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“Resultado injusto”

Deivid lamenta chances perdidas pelo Tigre

Por Redação Engeplus

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Foto: Marcelo de Bona / Arquivo Engeplus

O Criciúma vendeu caro a derrota para o Fluminense na noite desta quarta-feira, no Estádio Giulite Coutinho, em Mesquita (RJ). Após o revés, por 3 a 2, que custou a eliminação do Tigre da Copa do Brasil, o técnico Deivid lamentou as chances de gol perdidas pelo time carvoeiro e avaliou o placar como injusto.

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“Fizemos uma estratégia para anular o meio campo deles, e conseguimos. Tivemos um bom volume de jogo, tivemos chances e não conseguimos fazer o gol. Saímos tristes, foi um resultado injusto, mas faz parte. O futebol tem disso. Conseguimos fazer um grande jogo. Infelizmente, o resultado não veio. Agora é levantar a cabeça e pensar em ganhar o returno do Estadual para ir para a final. Depois, vamos trabalhar para o nosso maior objetivo, que é subir para a Série A”, comentou o técnico do time carvoeiro, em entrevista à Rádio Eldorado.

Sobre a formação diferenciada utilizada pelo Tigre nesta noite, Deivid comentou o seguinte: “Jogamos no 3-6-1, com o Barreto de terceiro zagueiro e os dois laterais preenchendo o meio. Os dois meias, como foi o Caio e o Maranhão, fizeram um quadrado para a bola não entrar no meio, porque eles têm uma rotatividade muito grande com os três volantes. Conseguimos fazer isso. Tanto que o Abel não conseguiu achar a nossa formação e ele sabe montar um time muito bem”.

Para os próximos jogos, o comandante tricolor deixou em aberto a possibilidade de voltar a atuar no 3-6-1. “Depende. Contra eles (Fluminense) em Juiz de Fora (MG) joguei no 4-3-3. Em Criciúma joguei no 4-2-3-1. Hoje joguei no 3-6-1. Depende da leitura no momento do jogo. Vinha estudando o time do Abel. Lá em Criciúma o meio de campo deles fez diferença, é muito técnico, quase não erra. Então, tinha que evitar a bola de chegar no Sornoza, no Orejuela e no Douglas. Não aconteceu, mas faz parte”, justificou.

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O técnico também não poupou críticas a arbitragem de Leandro Pedro Vuaden, principalmente em dois lances que poderiam ter alterado o resultado do jogo. “Não gosto de botar desculpa na arbitragem, mas aconteceram dois lances inusitados. No primeiro, ele viu a mão no nosso gol. Na zaga do Fluminense, quando bateu na mão do Renato Chaves, ele não viu. Qual o critério? Ele teria que ter dado para os dois lados. Perguntei ao quarto árbitro, porque o bandeira e o juiz correram para o meio e depois voltaram atrás. Se foi mão tem que anular o gol, ser justo. Então, alguém avisou ele. Por que não avisaram quando a bola pegou na mão do Renato Chaves”, reclamou.

“Teve uma falta no Silvinho no último minuto e ele não deu, porque sabia que era perigosa e o nosso time é muito forte na bola parada. Ele deu seis cartões amarelos para nós e só um para o Fluminense, quando estava no final. Qual a diferença?”, completou.

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