Comandante tricolor
Deivid minimiza má fase e não vê crise no Tigre
Por Redação Engeplus
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Três jogos e três derrotas, sendo duas no estádio Heriberto Hülse. A campanha do Criciúma neste início de Série B do Brasileiro já fez acender a luz de alerta na torcida carvoeira. No entanto, segundo o técnico Deivid, a má fase do Tigre, lanterna da competição nacional, está longe de ser uma crise.
“São 35 rodadas. Temos que dar a volta por cima. Não estamos em crise, os salários estão em dia. Só depende da gente. Crise é quando estão faltando três jogos e é preciso ganhar e ainda torcer para os outros perderem. Temos que mudar o nosso comportamento, ter inteligência em jogar com o resultado favorável. Quando você começa a dar os gols, como fizemos contra o Santa Cruz e o América, é preciso analisar o que está errado. Continuo acreditando e tendo convicção no meu trabalho”, ressalta o comandante tricolor.
Ainda segundo o técnico do Tigre, as muitas vaias no intervalo e após o apito final na derrota, por 3 a 1, diante do América Mineiro, fazem parte do futebol.
“Incentivar que eles não iriam, perdemos o jogo. É normal, a gente que está desse lado aqui vai ser chamado de burro, pedem para ir embora. Nunca me acovardei de nada. Se o presidente achar que é hora de trocar, ele fica bem à vontade. Se achar que devo continuar meu trabalho, vou continuar, da mesma forma, intenso como trabalho, sempre procurando melhorar e dar a volta por cima. Temos que trabalhar e tentar reverter essa situação que incomoda. Fui vencedor em diversos clubes. Ver o Criciúma em último da tabela incomoda muito”.



