Depois da
Depois da fratura, o assédio
Por Redação Engeplus
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O contrato do lateral direito Thiago Matos com o Criciúma vigora até o final do ano. Certamente, ganhará prorrogação por conta do que aconteceu na quarta-feira. O jogador deixou o gramado do Heriberto Hülse com os próximos meses de sua carreira comprometidos. "Senti a perna bamba. Foi muito dolorido, e ainda dói", confirmou.
Por conta do acontecido, o assédio tem sido grande no quarto onde está, no hospital São João Batista. "Veio muita gente aqui me visitar", comentou o jogador. Do presidente Édson Cascão Búrigo a uma série de funcionários do Criciúma, além de todo o grupo atual. "Quem não veio, telefonou". Até ex-jogadores, como Luís André e Basílio, hoje na Chapecoense, telefonaram para se solidarizar com o lateral tricolor.
Outra curiosidade das primeiras horas pós fratura. Ontem, o telefone de Thiago Matos tocou. Era uma ligação do Rio Grande do Sul. Dirigente de um clube questionava se o jogador gostaria de retornar para o futebol gaúcho, visando o Estadual. "Agradeci, expliquei o que havia acontecido, que agora preciso me recuperar. E, além do mais, estou muito feliz no Criciúma e quero ficar por aqui".
Conforme o ortopedista José Carlos Ghedin, Mattos ficará de 90 a 120 dias em recuperação para soldagem dos ossos danificados. "E tem ainda o recondicionamento físico". Por isso, Matos deverá ficar fora de todo o Campeonato Catarinense, retornando somente na Série C do Brasileiro.



