Desclassificação evi
Desclassificação evidencia limitações do Tigre
Por Redação Engeplus
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A Copa do Brasil acabou com um gosto no mínimo estranho para o Criciúma. O que era para ser euforia termina com constatações importantes e necessidade de reflexões no estádio Heriberto Hülse. Não que o time repentinamente tenha deixado de ser bom. Mas tem necessidades que foram evidenciadas.
O "deitar e rolar" de Edmundo foi assustador. Não apenas pela sua reconhecida capacidade, mas também pelas desatenções da defesa tricolor. A Série B terá exigências semelhantes às do Vasco, até agora encobertas devido a total insuficiência de qualidade nos adversários da realidade estadual.
Cair na real talvez seja o mais importante resultado da eliminação na Copa do Brasil perante um Vasco que só foi brilhante pela falta de soluções do Criciúma. Tivesse o Tigre um meio campo mais consistente, tivesse o técnico Leandro Machado persistência ao manter um time e melhores opções, muita coisa seria diferente.
As cinco contratações são urgentes, a Copa do Brasil foi um ótimo laboratório para o Campeonato Brasileiro e o retorno à Série A, que deve ser a prioridade, requer investimento. Para decidir o Catarinense? O que o Tigre tem até serve, embora no atual contexto o Valdeir fará muita falta no meio.
Não há terra arrasada. Mas que o Criciúma não durma no berço esplêndido de alguns elogios e que saiba avaliar-se criticamente. Criticar-se internamente para melhorar e progredir, é o papel de quem manda no clube neste momento. Que a desclassificação, ao evidenciar carências, abra o caminho das soluções.



