Destruição e
Destruição e prejuízos no Heriberto Hülse
Por Redação Engeplus
1 min de leitura
A segunda-feira não foi somente de ressaca pela vitória diante do Brasil de Pelotas. Dirigentes do Criciúma vasculharam o Heriberto Hülse contabilizando prejuízos acarretados pela destruição promovida por torcedores e jogadores do clube gaúcho durante e após o jogo de domingo.
Segundo o diretor de patrimônio, Vilmar Casagrande, a torcida do Brasil derrubou a tela que separa o setor dos visitantes do fosso, e destruiu as portas de metal colocadas para circulação no local. Portas, pias e vasos sanitários de um dos banheiros também foram danificadas.
O time também promoveu vandalismo. Conforme o dirigente, pias foram quebradas no vestiário visitante depois do jogo. "Não entendi isso, pois pia e vaso não ganha jogo. Eram pias novas, de granito, que instalamos faz pouco tempo. Lamentável".
Um detalhado levantamento será entregue amanhã à direção. "Vamos tentar cobrar do Brasil, mas vai ser difícil. O Grêmio veio aqui em 2003, a torcida deles deixou um prejuízo de R$ 13 mil, e isso nunca foi pago por eles", comentou.



