Dia Mundial
Dia Mundial do Rim: Prevenção é o melhor remédio para os problemas renais
Neste sábado, acadêmicos de Medicina da Unesc realizam evento em alusão ao Dia Mundial do Rim, comemorado nesta quinta-feira
Por Redação Engeplus
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Neste sábado, a Liga Médico Acadêmico Renal (Limar) da Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc) realiza no túnel do Terminal Central, em Criciúma, um evento de conscientização das patologias dos rins. Conforme a presidente da Limar, Amanda Longo Pizzolatti, no evento a liga dará explicações sobre o funcionamento dos rins e medidas preventivas para manter o bom funcionamento dos órgãos. Além disso, a liga vai aferir a pressão arterial, bem como medir a glicose dos pacientes que passarem pelo local.
“É muito importante levar essas informações à população, pois as doenças renais são silenciosas, assintomáticas, e os pacientes descobrem essa patologia em estágio avançado, ou em estágio terminal já em processo de hemodiálise”, frisa. O evento é organizado pelos acadêmicos de Medicina da Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc) e tem orientação do médico nefrologista Rômulo Pizzolatti. “O evento acontece há três anos e atende a cerca de 200 pessoas”, comenta Amanda. Os acadêmicos estarão presentes no túnel do Terminal Central, das 8h30min ao meio-dia.
Conforme Pizzolatti, os rins são órgãos essenciais para a manutenção de uma vida saudável, pois eles servem para filtrar o sangue, produzir hormônios e eliminar substâncias tóxicas, que se não são eliminadas ficam no sangue, o que pode levar o paciente a desenvolver um problema renal. “Os cuidados que os pacientes devem ter para que nenhuma complicação venha acontecer são os seguintes: ingerir, em média, 1,5 litro de água todos os dias, diminuir a ingestão de sal, controlar o peso (ter um peso ideal para a idade e a altura do paciente), não fumar e cuidar-se para não contrair diabetes”, frisa Pizzolatti.
Outra prevenção por parte do paciente é fazer um exame de sangue que, segundo o nefrologista, é simples. “O resultado deste exame nos dá um espelho da função dos rins. Pelo resultado calculamos a funcionalidade dos órgãos de cada pessoa”, explica. Outra questão é em relação a parentes que já tiveram complicações renais. “O paciente tem que ficar atento, pois pode haver uma questão de hereditariedade nestes casos”, comenta.
A pressão alta, o diabetes e a glomerulonefrite (uma inflamação em uma unidade funcional do rim), de acordo com o nefrologista, são as principais causas que levam um paciente a desenvolver alguma complicação renal. Ele acrescenta que assuntos que envolvem problemas nos rins não são tão populares, de conhecimento da população, portanto, é importante os pacientes procurarem materem-se informados.



