Direção muda em tempo com saída de Cavalo
Por Mateus Mastella
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Quando Roberto Cavalo veio no ano passado, confesso que gostei da postura do presidente Jaime Dal Farra. Trouxe um cara que, em 2015 e 2016, fez um bom trabalho no clube. Até aí tudo bem. O problema é que o time não teve rendimento, foi rebaixado, mas, mesmo assim, ele ficou no Tricolor, com a explicação que, neste ano, o time montado com o seu aval teria um desfecho diferente.
Não foi assim no Catarinense, na Copa do Brasil e nem na Série C. O Criciúma se complicava em campo, penou demais no Catarinense, até teve um pouco de rendimento pós-pandemia e no início da Série C, mas o próprio Roberto Cavalo, em coletivas repetitivas e táticas que não mudavam ao longo das partidas, mostrava que parecia não ter força para recuperar em campo.
Na última sexta, a direção, através de Evandro Guimarães, deu respaldo para ele ficar no clube. Porém, a gente sabe no futebol que isso é muito instável. Cavalo perdeu para o Brusque, dava para ver que estava abatido e isso foi refletido em campo.
Passou a segunda e não foi demitido, mas, num encontro rápido entre Jaime Dal Farra e Ocimar Bolicenho, ficou definido pelas mudanças. E a ideia de não tirar apenas Roberto Cavalo é para dar o recado ao elenco, que a direção tentou, agora depende dos jogadores tentarem!
Se vai dar certo é outra histórias, porém, a direção mudou em tempo.



