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Dive faz reunião técnica sobre H1N1 em Criciúma

Por Redação Engeplus

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Foto: Fotos: Lucas Sabino

Uma equipe da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive) do Estado esteve nesta manhã em Criciúma para uma reunião que envolveu técnicos das regionais de saúde de Araranguá e Criciúma para passar informações aos profissionais sobre a proliferação do vírus da influenza, causador das gripes H1N1 e sazonal.
Paralelo às atividades, os pesquisadores do Ministério da Saúde também realizarão em Santa Catarina um inquérito de óbito para verificar as causas das primeiras 28 mortes confirmadas pelo vírus.

Conforme o diretor da Dive, o médico infectologista Fábio Gaudenzi de Faria, com o número de mortes em Santa Catarina maior que nos outros Estados do país optou-se por um inquérito sobre as 28 primeiras mortes para que a conclusão da pesquisa aconteça de forma rápida. Ele lembra que será feito um comparativo das pessoas que morreram e daquelas que conseguiram se recuperar. “A nossa busca é pelos fatores de risco, como doenças crônicas, medicação tardia, se o paciente era fumante, entre outros agravos”, considerou.

Até o último levantamento divulgado dia 20 de junho, foram 33 mortes no Estado por H1N1. O infectologista informa que a maior circulação do vírus está no Vale do Itajaí. Nesta semana, chegará em Santa Catarina 100 mil doses de vacina contra o vírus da influenza.
Assim que o material chegar a Florianópolis será feita a distribuição para as regionais e, em seguida, para cada município. O que a população precisa ficar atenta é que a vacina não dá 100% de imunidade, por isso são necessários os cuidados com a higiene. “A prevenção com a etiqueta da tosse, manter os ambientes arejados e lavar as mãos com freqüência, inclusive com álcool em gel funciona para todos os vírus”, ressaltou o médico.

Colaboração: Jussi Moraes /Decom

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