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DNIT apresenta práticas ambientais da Serra da Rocinha em oficinas com a UFPel

Foram abordados aspectos do monitoramento de bioindicadores e do acompanhamento social

Por Lucas Renan Domingos

2 min de leitura

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Foto: Divulgação/DNIT

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) compartilhou experiências da Gestão Ambiental das obras de implantação e pavimentação da BR-285, na Serra da Rocinha, no evento “Diálogos sobre Gestão Ambiental: práticas no contexto do licenciamento ambiental de rodovias", uma parceria da Autarquia com a Universidade Federal de Pelotas (UFPel). Em duas oficinas on-line, foram abordados aspectos do monitoramento de bioindicadores e do acompanhamento social realizado no âmbito do Programa de Desapropriação, Indenização e Reassentamento, atividades executadas no município de Timbé do Sul (SC).

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De acordo com o coordenador do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Ambiental da UFPel, João Koglin, a iniciativa faz parte dos projetos de extensão da universidade, cujo objetivo é promover a interação entre a instituição e a estrutura social. “Nossa proposta é ter atividades permanentes como forma de aproximar a academia da sociedade”, salienta. As práticas realizadas em outros empreendimentos do DNIT, como as obras da BR-116 (Pelotas a Guaíba) e BR-116/392 (Rio Grande a Pelotas), também fazem parte da programação que se estende até o dia 22 de dezembro.

No dia 26 de novembro, a ecóloga e consultora ambiental da STE S.A., Caroline Voser, apresentou o potencial dos macroinvertebrados bentônicos como bioindicadores em recursos hídricos. A profissional explicou que estes pequenos organismos, que habitam o fundo de rios e lagos, são muito sensíveis a qualquer alteração no ambiente em que vivem, permitindo a análise de possíveis impactos na fauna aquática e na manutenção da qualidade da água. Ela elencou as metodologias de coleta e análise laboratorial dos animais, os resultados obtidos até o momento na BR-285 e o trabalho de divulgação científica realizado em parceria com as equipes dos Programas de Educação Ambiental e Comunicação Social.

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Nos dias 1º e 03 de dezembro, a socióloga Ieda Ramos ministrou oficina sobre o acompanhamento social das famílias desapropriadas e indenizadas, destacando aspectos como a aplicação de diagnóstico socioeconômico, o monitoramento da população impactada, a atuação com moradores em situação de vulnerabilidade e a participação nos mutirões de conciliação.

Colaboração: Amanda Montagna/STE S.A

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