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Dnit multiplica conhecimento com ações de educação ambiental na BR-285

Departamento promoveu atividades com crianças atendidas pelo Cras

Por Redação Engeplus

2 min de leitura

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Foto: Divulgação / Assessoria de Imprensa

Visando formar novos multiplicadores, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) vem incluindo outros grupos sociais nas ações de educação ambiental realizadas nas obras de implantação e pavimentação da BR-285, dos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Por meio da participação, do diálogo e da troca de saberes, a comunidade se apropria do conhecimento acerca do uso dos recursos naturais e atua transformando as condições socioambientais do seu território.

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No início de agosto, em Timbé do Sul, foram realizadas atividades com crianças atendidas pelo Centro de Referência da Assistência Social (Cras) e pelo projeto Fruto De La Tierra, uma iniciativa que promove conceitos de ecoturismo, esportes radicais, bem-estar e educação no contraturno de alunos do ensino fundamental. A programação contou com o apoio da Prefeitura de Timbé do Sul.

A equipe da Gestão Ambiental apresentou dados sobre a localização e a extensão da rodovia, a importância das obras de infraestrutura para a economia nacional e as medidas que visam mitigar os impactos e garantir um desenvolvimento mais sustentável para o país. Foram apresentados vídeos e fotos sobre os programas de cuidados com a fauna, a flora, a água, o ar e as populações lindeiras.

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O que mais chamou a atenção foi a exposição de animais taxidermizados cedidos pelo Museu de História Natural da Universidade Católica de Pelotas (MUCPel). A equipe falou sobre os hábitos, características, ameaças e curiosidades de espécies silvestres representativas da região, tais como a gralha-azul, o mão-pelada, o gato-do-mato, o lagarto, o gambá-de-orelha-branca, o tamanduá-mirim e o graxaim-do-mato. Para evitar o atropelamento destas e outras espécies, especialmente de mamíferos, a equipe explicou que foram construídas passagens de fauna no trecho da Serra da Rocinha. São ao todo três estruturas subterrâneas de 1,5 metro por 1,5 metro cada, cuja função exclusiva é permitir o deslocamento dos animais e preservar a conectividade da paisagem.

Colaboração: Amanda Montagna/Comunicação Dnit

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