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Documentário alerta: Rio Criciúma ainda está vivo

Por Redação Engeplus

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Foto: Foto: Reprodução Documentário

A oitava fase do curso de Jornalismo da Faculdade Satc lançou nesta semana um audiovisual que traz detalhes sobre a situação do rio Criciúma. O manancial é desconhecido por muitos, mas representa importante papel na vida dos moradores. O documentário foi desenvolvido pelos acadêmicos que tiveram incentivo do Ministério Público estadual, por intermédio da 9ª Promotoria de Justiça de Criciúma com atuação na defesa do meio ambiente.

O cenário alarmante que enquadra o Rio Criciúma está presente nos dados apresentados pelo Programa Rede das Águas, da Fundação S.O.S. Mata Atlântica. Entre janeiro de 2011 e março deste ano, a organização analisou a qualidade da água de 49 rios dos principais Estados brasileiros, com o rio Criciúma sendo apontado como o local com a água mais poluída, destes que fizeram parte da pesquisa.

No documentário, o promotor do Meio Ambiente de Criciúma, Luiz Fernando Góes Ulysséa, destaca que o Rio Criciúma ainda está vivo mesmo depois de tomado pelo concreto por causa do desenvolvimento da cidade. “Ele está extremamente debilitado, diria que ele está na UTI, mas com possibilidade de sair dessa UTI. Só depende da gente”, ressaltou.

No depoimentos, histórias e imagens trazem um pouco do que é o Criciúma e de tudo que ele representa para a maior cidade do Sul de Santa Catarina. Iniciativa do Ministério Público, curso de Jornalismo da Faculdade Satc, com apoio da Fundação do Meio Ambiente de Criciúma.

No vídeo, o documentário de dez minutos produzido pelos acadêmicos.

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