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Duas chaves e mata-mata no Catarinense em 2018

Por Redação Engeplus

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Foto: Arquivo Engeplus

Em reunião com os clubes na próxima segunda-feira, 6, a Federação Catarinense de Futebol vai apresentar a proposta de fórmula para o Estadual de 2018. E vem novidade por aí. Ao menos dois modelos serão apresentados aos dirigentes mas já há uma inclinação por uma ideia com divisão em grupos e confrontos em mata-mata nas semifinais e finais.

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Conforme o jornalista Renato Semensati – que tem atuação na crônica esportiva de Florianópolis – noticiou nas redes sociais e confirmou ao Portal Engeplus, a FCF e a Associação de Clubes trabalham com a possibilidade da primeira fase com as dez equipes distribuídas em duas chaves de cinco. “Daí os times jogariam em um grupo contra o outro, em turno e returno, totalizando dez datas. As equipes não jogariam entre si dentro dos grupos”, informa.

Apurada a classificação dos grupos, os dois melhores de cada chave se enfrentariam em sistema de mata-mata, em ida e volta, para a definição dos finalistas que, também em dois confrontos, decidiram o título. “Assim o Estadual precisaria de 14 datas e ainda sobrariam três das 17 oferecidas pela CBF no calendário para poder prolongar um pouco a pré-temporada, que será de apenas duas semanas com o Catarinense começando dia 17 como estaria pré-estabelecido”, observa o jornalista.

A divisão dos grupos

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Outro cuidado para a montagem das chaves seria a separação de equipes. “O Avaí fica em um grupo e o Figueirense em outro, o Criciúma em um grupo e a Chapecoense em outro, os que subiram também, o Hercílio Luz em um grupo e o Concórdia em outro”, detalha Semensati, apontando que os demais – Joinville, Brusque, Inter de Lages e Atlético Tubarão – entrariam em um sorteio para o complemento dos grupos. “Os grandes clubes já estariam acordados em torno dessa fórmula”, relata, lembrando que uma das chaves contará com três dos chamados grandes. Os dois últimos colocados serão rebaixados à Série B de 2019.

FCF não comenta

“Mas tudo depende da reunião de segunda”, lembra Semensati. A reportagem tentou contato com o presidente Rubens Angelotti, da FCF, para comentar as informações, mas não teve sucesso. De antemão, porém, Angelotti já havia reforçado que não antecipará detalhes sobre a fórmula a ser discutida com os clubes. Ele apenas aponta a predileção por confrontos em mata-mata para dar mais visibilidade ao campeonato.

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