Ecstasy: penas
Ecstasy: penas vão de dois a cinco anos
Por Redação Engeplus
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Juiz da Vara Criminal de Criciúma, Rubens Salfer, condenou nesta quinta-feira o administrador de empresas A.C., 26 anos, residente em Morro da Fumaça, a cinco anos de reclusão por tráfico de ecstasy. O universitário N.L.F.J., 22 anos, preso em Criciúma com 284 comprimidos de ecstasy, foi condenado a dois anos e seis meses de reclusão.
Também vão cumprir pena de dois anos e seis meses de reclusão, todos em regime fechado, o motorista C.C.B, 24 anos, residente em Criciúma, o agricultor A.M.W, 25 anos, e R.M.I., 23 anos, ambos residentes em Treze de Maio. Ainda no mesmo processo foram absolvidos G.P.B.F, 24 anos, e os moradores da Capital, R.P.M., 23 anos e R.L.S., 22 anos.
Segundo denúncia do Ministério Público, N. foi detido no dia 16 de maio do ano passado quando chegava na casa da namorada com os comprimidos de ecstasy. A droga sintética teria sido comprada em Balneário Cambóriu, a R$ 14 cada comprimido. A.C. seria o responsável pela encomenda.
O restante do grupo era responsável pela venda em boates da região de Criciúma. Com apoio da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (Deic), o delegado Airton Ferreira interceptou na manhã do dia 28 de maio uma rota exclusiva de tráfico de ecstasy para o Sul do Estado. No mesmo dia oito jovens foram detidos.
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