Em Araranguá,
Em Araranguá, 450 metalúrgicos de braços cruzados
Por Redação Engeplus
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Depois da empresa Icon, de Criciúma, e das empresas CMC e Cardal, do município de Cocal do Sul, na manhã desta terça-feira foi a vez dos metalúrgicos da empresa Pagé, de Araranguá, cruzarem os braços. Conforme o presidente do Sindicato dos Trabalhadores Metalúrgicos de Criciúma e Região (Sinmetal), Francisco Pedro dos Santos, cerca de 450 profissionais não entraram para o expediente de hoje.
“A empresa paralisou 100% as atividades. Agora pela manhã, ninguém entrou na empresa. Cerca de 900 profissionais estão em greve em Criciúma, Cocal do Sul e Araranguá”, destaca. Segundo o presidente, não há previsão dos metalúrgicos voltarem aos trabalhos. “Até alguma proposta ser apresentada aos trabalhadores, ninguém volta às atividades. Já foram realizadas algumas conversas, mas até nós nada chegou. Enquanto isso, estamos abetos as negociações”, pontua.
Reivindicação – A classe reivindica um rejuste no INPC de 4,9%, além de um mais aumento real de 10%, somados um aumento de 14%. “O sindicato patronal propôs para categoria 4,9% do INPC, mais 2% de ganho real, que soma 7% e um abono de R$ 340. Esta proposta foi rejeitada na última sexta-feira, em assembleia, quando iniciou a paralisação. Com este valor os trabalhadores não vão voltar a trabalhar”, adianta o presidente.



