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Em assembleia, professores discutem rumos da mobilização de greve
Em Criciúma, reunião aconteceu nesta tarde. Cerca de 80% das escolas estaduais de Criciúma estão coma s aulas suspensas
Por Redação Engeplus
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Professores das escolas estaduais de Criciúma e região reuniram-se nesta tarde no auditório do colégio Sebastião Toledo Dos Santos (Colegião) para definir os rumos das atividades referentes à paralisação de três dias, que iniciou nesta terça-feira e culmina com um encontro no Centro Administrativo do Governo do Estado, em Florianópolis, na quinta-feira.
Nesta quarta-feira, às 15 horas, na esquina da rua Marechal Deodoro com a avenida Centenário, haverá mobilização em forma de bandeiraço com panfletagem e explicaçõesa à população para que participem do abaixo-assinado dos professores que pedem a extinção das Secretarias de Desenvolvimento Regional em todo Estado.
De acordo com a vice-coordenadora estadual do Sinte, Janete da Silva, toda assembleia é diferente, por isso não afirma ainda se o movimento tende para a greve. “Vamos a Florianópolis dizer ao governador do Estado que a categoria está viva tem disponibilidade para a luta. Esperamos, para o bem de Santa Catarina, que ele reveja o pacto pela Educação, que ele fez só com ele. É preciso rever o volume de alunos em sala de aula, não mexer na regência de classe, tem que pagar o piso reivindicado também”, lista Janete.
Por enquanto, a adesão das escolas à paralisação, na região, é de 65%, e em Criciúma, 80%. O Sinte regional já começou a organizar ônibus para que os professores da região participem, na quinta-feira, do ato na Capital. "Decidimos que somos contra o projeto de revitalização de carreira aos moldes propostos pelo Governo do estado", finalizou Janete.



