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Em busca de uma vocação para o Diomício Freitas

Por Redação Engeplus

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Foto: Arquivo Engeplus

No aeroporto Regional de Blumenau, é constante o tráfego de órgãos para transplantes. A diminuição do tempo entre captação e efetivo transplante é uma luta diária e encontra nos voos que chegam e partem da cidade um importante aliado. “Esta foi uma vocação que encontraram para viabilizar o aeroporto. Forquilhinha precisa do mesmo”, conta o secretário de Infraestrutura do Estado, Luiz Fernando Cardoso Vampiro.

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O prazo está determinado. O aeroporto Diomício Freitas tem seis meses para encontrar uma vocação, além de ser espaço para operações de aeronaves particulares, como hoje acontece. “Em dezembro houve a rescisão do contrato entre Infraero e governo de Santa Catarina para administração do Diomício Freitas”, lembra o secretário, reforçando que a implantação dos vôos regulares no Regional Sul de Jaguaruna foi a razão principal.

A partir daí, o governo percebeu que a Infraero começou a desmobilizar suas equipes em Forquilhinha. “Com isso, pedimos que eles mantivessem ao menos a operação do serviço de rádio para pousos e decolagens”, explica o secretário. Isso foi feito e o governo se encarrega, agora, de contratar um serviço de zeladoria e vigilância patrimonial noturna para, por seis meses, cuidar do aeroporto. “Já recebemos um orçamento, de R$ 53 mil”, conta.

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Uma das possibilidades de vocação para Forquilhinha seria a criação de uma escola de pilotos. “Já conversamos com a prefeitura e os empresários, vamos amadurecendo as ideias”, conclui Vampiro.

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