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Segurança

Criciúma

Em cinco anos, 41 homens a menos na PM

Por Redação Engeplus

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Foto: Arquivo Engeplus

Não bastasse a onda crescente de violência, as forças de segurança convivem com perdas constantes de efetivo e redução das condições de trabalho. Em Criciúma a realidade não é diferente. A Polícia Militar tem, atualmente, um efetivo 14% menor do que o disponível há cinco anos. “A última grande leva que recebemos foi há trinta anos. Depois, só reposição”, reconhece o tenente-coronel Evandro Fraga, comandante do 9º Batalhão de Polícia Militar.

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Atualmente servem na cidade 241 policiais militares. Em 2012, eram 282. E as perspectivas não são muito animadoras. “Nos próximos dias chegam três novos sargentos”, atenua.

Mas o contingente menor de PMs em detrimento da demanda cada vez mais crescente lança um desafio constante. “Menos mal que contamos com uma força muito bem disposta, de servidores muito dedicados”, elogia o comandante. “E ainda estamos conseguindo fazer o pós crime, que é o retorno aos locais depois de determinados incidentes para dar manutenção à sensação de segurança”, observa.

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Outra limitação diz respeito às viaturas que servem ao 9º BPM. “De fato, nossa frota é desgastada e dependemos de parcerias para manutenção”, comenta. Chegou ao ponto de precisar fazer uma “permuta” com a Polícia Militar Rodoviária (PMRv). “Eles precisavam de homens e nós de uma viatura, mandamos uns policiais e eles encaminharam um veículo”, conta o coronel. O reforço mais recente à frota foi o repasse de algumas motocicletas pelo Comando Geral da PM, e a região aguarda por mais uma viatura ainda nesse ano. “Boa parte dos recursos que temos gastamos com manutenção, já que a frota é velha”, conclui.

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