Em pauta,
Em pauta, a falta de dirigentes no tricolor
Por Redação Engeplus
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A falta de opções para a direção do Criciúma fez parte de todas as conversas na noite de ontem no estádio Heriberto Hülse. Enquanto eram eleitas a mesa diretora do Conselho Deliberativo e a composição do Conselho Fiscal, conselheiros palpitavam sobre o que estava por vir na tentativa de suprir as várias baixas no comando do clube.
Nas finanças, o ex-diretor Antônio Ronconi descartou retornar. Reforçou que afastou-se em março por orientação médica, e o impedimento persiste. "Não tenho como voltar". Mesmo tendo estabelecido data para sair do cargo, Anselmo Freitas cogitou permanecer. "Se não aparecer um substituto, eu vou continuando", comentou. A meta do Criciúma é conseguir um diretor de finanças em trinta dias.
O nome de Moacir Fernandes voltou a ordem do dia. O ex-presidente foi mencionado por vários como um bom nome para dirigir o futebol do clube. "Pela experiência, eu acho uma boa a volta do Moacir sim", comentou o diretor de patrimônio, Vilmar Casagrande. Em conversas hoje, Fernandes argumentou que "não tinha tempo nem dinheiro para voltar para o Criciúma".
Estão em aberto, ainda, a diretoria de administração, já que Carlos Alamini encaminhou sua renúncia, e o marketing, com a saída de Jairton Manique Barreto.



