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Em protesto, Sindicato dos Bancários distribui lanche

Manifestação é realizada em frente ao banco Santander por causa das demissões ocorridas na agência bancária

Por Redação Engeplus

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Foto: Douglas Saviato

O Sindicato dos Bancários de Criciúma e Região paralisa as atividades da agência do banco Santander localizada na rua Rui Barbosa, região central de Criciúma. Nesta quarta-feira, somente os caixas eletrônicos podem ser usados pelos usuários. A paralisação ocorre por causa das demissões realizadas pelo banco em todo território nacional, o que leva à precarização do atendimento. Nesta semana, foram duas demissões na agência da rua Rui Barbosa.
Conforme o diretor do sindicato, Edegar Generoso, no mês passado, mais duas dispensas foram registradas por causa da fusão de duas agências do município. O estabelecimento que ficava localizado ao lado do Crisul Hotel (apenas referência) na avenida Centenário foi fechado e fundido com a agência do bairro Santo Antônio.

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“Em São Paulo, houve uma reunião na semana passada com a diretoria do banco, porém, a empresa não apresentou nenhuma vontade em parar com as demissões”, ressalta. Na frente da agência, o sindicato pede aos usuários para assinarem um documento ressaltando a falta de efetivo no atendimento e melhorias nas taxas cobradas pelo banco. As assinaturas são recolhidas por todos os sindicatos do país e serão levadas para a diretoria do banco, em São Paulo, no fim deste mês.

Além da agência localizada na rua Rui Barbosa, existem outras três espalhadas pela cidade. Uma delas se concentra na avenida Centenário e as outras no bairro Santo Antônio e na Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc). Já nas dependências da Satc e no hospital São José estão instalados dois pontos de atendimento bancário. “São cerca de 80 profissionais atuando nestes locais, um baixo número para atender todos os clientes”, destaca Generoso.

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Nos últimos 12 meses, o Santander eliminou mais de 4,8 mil postos de trabalho. Neste mesmo período, o banco ganhou três milhões de novos clientes. Conforme Generoso, ano passado, foram R$ 10 bilhões em tarifas cobradas, quantia suficiente para contratar mais 25 mil bancários. Esta condição, segundo o diretor do sindicato, fez com que o Santander figurasse na liderança de reclamações do Banco Central pelo terceiro mês seguido em 2014.

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