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Em Treviso, projeto poderá garantir abastecimento por até 50 anos

Documento de captação, tratamento e distribuição de água para o município foi entregue na última semana ao prefeito da cidade

Por Redação Engeplus

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Foto: Divulgação

O projeto de captação, tratamento e distribuição de água para o município de Treviso foi entregue na última semana ao prefeito da cidade, João Réus Rossi. Agora, a meta é garantir recursos para a sua implantação, com investimento de R$ 2,5 milhões aproximadamente. A obra quando implantada promete trazer a garantia de fornecimento de água para o crescimento da cidade e projetá-la para o futuro.

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O projeto começou a ser elaborado no início de 2014, com o objetivo de melhorar o atual sistema de captação implantado pela Carbonífera Metropolitana junto às cabeceiras do Rio Mãe Luzia, e que atendia inicialmente apenas a comunidade de Brasília, onde vivem cerca de 50 famílias. O projeto, no entanto, visa a ampliação para atender a todo o município, prevendo uma demanda de até mil metros cúbicos por dia.

“Este sistema de captação, tratamento e distribuição de água garantirá uma autonomia ao município por até 50 anos”, explica o engenheiro Giovano Izidoro, responsável pelo projeto, juntamente com o arquiteto, Guilherme Espindola Manenti.

Este volume atenderá demandas futuras da cidade, como a possível instalação da usina termoelétrica Usitesc, que trará um novo contingente populacional para o município, que, hoje, possui na área urbana cerca de 2,5 mil moradores que consomem diariamente, aproximadamente, 30 mil metros cúbicos de água tratada.

A captação no Mãe Luzia atualmente é de cerca de 20 metros cúbicos/dia. “A Metropolitana financiou a elaboração do projeto e vai ajudar a implantá-lo, na captação da água junto ao Rio Mãe Luzia e na sua distribuição, nas localidades de Guanabara e Brasília”, explica Izidoro.

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Para as autoridades do município, este projeto representa um passo para a melhoria no sistema de captação, tratamento e abastecimento, realizado pelo Samae. O serviço atende cerca de 800 residências com água captada do Rio Tomazo na comunidade do Rio Ferreira, que gastam, em média, R$ 19 ao mês.

O Secretário de Planejamento do município, Ernany Moreti, explica que com o projeto em mãos a prefeitura segue agora os trâmites junto aos órgãos federais, como a Fundação Nacional da Saúde (Funasa), onde serão encaminhados projetos ligados ao saneamento e a saúde pública atendendo especificamente cidades com até 50 mil habitantes, como Treviso.

“Vamos aguardar a abertura das propostas junto ao Governo Federal, protocolar o projeto e buscar os recursos para implantação, uma vez que hoje a cidade não possui capacidade para este investimento”, destaca Moreti.

Colaboração: Ana Sofia Schuster/Comunicação Metropolitana

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