Em um mês, mais de 30 taxistas são abordados durante força-tarefa da DTT de Criciúma
Quatro veiculos foram removidos, devido à documentações e GNV

A Diretoria de Trânsito e Transporte (DTT) de Criciúma abordou mais de 30 taxistas durante a força-tarefa de fiscalização que completou um mês de atuação nessa quarta-feira, dia 25. Deste montante, quatro táxis foram removidos ao pátio, devido à falta de documentações e também gás veicular irregular.
Conforme o gerente de planejamento da Diretoria de Trânsito e Transporte de Criciúma, Edonir de Lima, as abordagens aconteceram nos pontos de taxis espalhados pelo município, desde o bairro Próspera até o bairro Rio Maina. No total, 29 agentes de trânsito, divididos em quatro turnos, atuaram na fiscalização.
“Atualmente, nós temos hoje um total de 78 taxistas cadastrados. Porém, deste número, somente 49 estão regulares. Os outros 28 estão atuando de maneira irregular no município. Diante disso, fizemos esta iniciativa para constatar a situação dos profissionais que atuam em Criciúma”, frisou.

Em entrevista ao Portal Engeplus, Lima ressaltou que o levantamento nos pontos de atuação dos taxistas encerrou nessa quarta-feira. Porém, a iniciativa terá novos desdobramentos em Criciúma. O foco da ação agora será dar oportunidades para novos taxistas e uma possível criação de novos pontos de táxis no município, em locais com alto fluxo de pessoas.
“Fizemos a identificação dos pontos e agora vamos analisar os dados corretamente. Posteriormente, vamos entrar em contato com os taxistas regulares para oferecer uma possível troca de pontos de atuação e dar oportunidade para novos profissionais. Já os taxistas irregulares precisam fazer à devida regularização na sede da Diretoria de Trânsito e Transporte, no Centro de Criciúma”, afirmou.
O gerente de planejamento também informou que, atualmente, a iniciativa encontra-se na etapa de compilação e cruzamento dos dados já existentes em cadastro com as informações verificadas ‘in loco’, além das constribuições obtidas por meio de conversas com taxistas e com a população local, incluindo comercios existentes nas proximidades. “Esse processo busca compreender a realidade específica de cada ponto de táxi e identificar possíveis melhorias no serviço prestado”, completou.
Confira abaixo os documentos necessários:




































