Empresa contesta
Empresa contesta interdição de leite pela Anvisa
Por Redação Engeplus
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Empresa que integra a Eleva contestou no início desta semana o resultado das análises da Anvisa que interditou um lote de leite da Elegê, produzido no dia 7 de março. Confira, na íntegra, nota oficial emitida pela Avipal.
Com relação à interdição cautelar, pela Anvisa, de parte do lote do leite UHT marca Elegê, produzido em 07/03/2008, na unidade industrial de Itumbiara/GO, a Avipal Nordeste S/A, responsável pelo seu beneficiamento, esclarece:
Essa produção, objeto de interdição já havia sido analisada e liberada para o consumo em 20/03/2008, após a realização de todas as análises preconizadas na legislação vigente pelo Laboratório Oficial do Ministério da Agricultura de Goiás (Lanagro/GO) e, também, pelo conceituado laboratório SFDK, habilitado pela própria Agência Nacional de Vigilância Sanitária.
A Avipal Nordeste só disponibilizou o referido lote para o mercado depois que tais análises atestaram a qualidade do produto e o consideraram completamente apto ao consumo, validando todo o processo produtivo e de controle de qualidade normalmente utilizados em nossas Unidades Industriais .
A medida cautelar de interdição, divulgada pela ANVISA em 20/06/2008, baseou-se exclusivamente em análise preliminar realizada pelo Lacen/MG (FUNED), que apontou supostas alterações nos índices de proteína, gordura, cloretos, sacarose e na rotulagem do produto.
Tão logo foi notificada deste resultado, a Avipal Nordeste apresentou defesa desqualificando tecnicamente a metodologia analítica utilizada pela FUNED, uma vez que não existe consonância àquelas preconizadas e exigidas pelo Ministério da Agricultura, e solicitou a realização de contraprova.
A análise de contraprova foi realizada no próprio LACEN, com a presença de técnico especialista indicado pela Avipal Nordeste e podemos afirmar que os resultados apresentados, embora ainda não tenham sido publicados pela agência reguladora, atestam que o produto em questão não oferece risco ao consumo.
Com base neste histórico, é possível deduzir que o resultado da contraprova não foi levado em consideração na interdição cautelar do produto pela ANVISA. Portanto, o produto interditado não apresenta qualquer problema de contaminação microbiológica ou de qualquer outra natureza, que possa trazer danos à saúde do consumidor, como atestam os laudos do SFDK e do próprio Ministério da Agricultura.
A Avipal Nordeste lamenta a divulgação pela ANVISA, de forma precipitada, de um resultado inconclusivo, causando contratempos à empresa e preocupação desnecessária ao consumidor.
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