Empresas podem contribuir com projeto piloto através de suas práticas-profissionalizantes

Proposta visa tornar as atividades de estudos profissionalizantes mais práticas

Por Lucas Renan Domingos -

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Empresas podem contribuir com projeto piloto através de suas práticas-profissionalizantes
Foto: Divulgação

Entrou em uma nova fase o projeto desenvolvido por alunos de uma escola de Içara para aperfeiçoar o ensino médio com base em estudo profissionalizante. A atividade está sendo realizada pelos estudantes da Escola de Educação Básica Salete Scotti dos Santos e coordenada pelo professor e idealizador Gustavo Estanislau da Silva, do curso de Administração. Na nova etapa, empresas da Associação dos Municípios da Região Carbonífera (Amrec) podem colaborar com os estudos.

Por meio de um formulário, as empresas da região podem compartilhar as práticas de trabalho para que os alunos desenvolvam métodos de aprofundamento das atividades realizadas por assistentes técnicos. O questionário pode ser respondido clicando aqui.

“As práticas profissionalizantes compartilhadas estão sendo desenvolvidas e vivenciadas em sala de aula, proporcionando habilidades e competências técnicas para o estudante matriculado no nosso curso técnico de Administração”, explicou Estanislau.

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As atividades realizadas em sala de aula estão sendo armazenadas em uma no portfólio de cada estudante, por meio do acesso da plataforma da Secretaria de Estado da Educação e e-mail institucional, que contam com ferramentas de pesquisa e programas como word, excel, power point e outros.

“Todas as práticas profissionalizantes de cada aluno serão expostas ao fim do semestre. Os estudantes deverão apresentar para a escola os trabalhos realizados em sala de aula. As empresas que compartilharem as práticas de trabalho também poderão participar e avaliar o desempenho do projeto por meio de uma banca”, acrescentou o professor.

Inclusão

O projeto passou a adotar ainda o uso de um aplicativo. A intenção é proporcionar que estudantes portadores de deficiência intelectual possam ter mais tempo para desenvolver as atividades que não consigam concluir em sala de aula.

Com o novo ensino médio, o objetivo do projeto é tornar as aulas mais práticas e menos teóricas, preparando alunos melhores para atuar nas empresas. “O projeto visa tornar a sala de aula invertida: o aluno poderá pegar as práticas do trabalho e trazer para a sala de aula para dinamizar com todos. E, agora, nesta nova etapa, as empresas também podem contribuir dando exemplos de atividades”, finaliza Estanislau.

Ao ser concluído, o projeto deverá ser encaminhado para apreciação da Secretaria de Estado da Educação (SED) e pode virar modelo para outras escolas do estado catarinense. Por isso, o professor já vem debatendo o assunto com representantes da Assembleia Legislativa de Santa Catarina.

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