Energia quer
Energia quer regularizar situação dos funcionários
Por Redação Engeplus
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O colégio Energia está se encaminahndo para protocolar o pedido de falência da instituição. No entanto, antes de entrar com o processo, o desejo da direção é de regularizar a situação dos funcionários que colaboraram com a empresa enquanto esteve em funcionamento na cidade de Criciúma.
O advogado da escola, José Eduardo Dutra, afirma que a instituição não mediu esforços para impedir que as portas fossem fechadas. “A proposta que a AFAP Ltda. nos apresentou na reunião com o prefeito Clésio Salvaro foi levada à direção, tentamos angariar recursos, mas não foi possível”, justificou. Ele afirma que, além disso, devido as informações lançada na imprensa de que os pais estavam matriculando os filhos em outras escolas já inviabilizaria a continuidade dos trabalhos.
A idéia é protocolar o pedido de falência nesta sexta-feira, mais tardar na segunda-feira, embora a preocupação inicial seja viabilizar a demissão dos funcionários. “A direção está trabalhando para que os profissionais sejam beneficiados sem precisar aguardar o processo de falência para receberem”, destacou.
O advogado lembra que na última semana propôs à empresa AFAP o pagamento de R$ 1 milhão, como entrada da dívida de R$ 3,8 milhões, para continuar as atividades na estrutura locada. “A empresa pediu R$ 2 milhões como entrada e diminuiria o valor do aluguel. Porém, para nós, o R$ 1 milhão já seria pago com dificuldade, mas estávamos dispostos a pagar para manter a boa imagem da instituição, os profissionais e os alunos”, acrescentou, reforçando que o caminho natural é decretar a falência, o que pode ser feito também pela empresa credora.



