Mudanças
Ensino híbrido transforma tecnologia em aliada da educação
Games, tablets e computadores passaram a ser essenciais para professores e alunos durante
Por Redação Engeplus
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A pandemia acelerou os processos educacionais em questão de dias e, há mais de um ano, as escolas de todo o Brasil estão aperfeiçoando o já famoso ensino híbrido. Em Criciúma, o Colégio Marista já testava metodologias híbridas de ensino em meados de 2020, para se preparar para a nova realidade durante e após a pandemia.
Nesse cenário, a tecnologia tem um grande papel, em conjunto com professores e metodologias ativas de ensino. “Sem tecnologia não seria possível dar continuidade ao ensino da maneira como tem acontecido. Não haveria troca de conhecimento e interação entre professores e estudantes”, explica o analista de Tecnologia Educacional do Colégio Marista Criciúma, Tiago Roque. Além disso, o aluno gosta de ser desafiado e esse é o momento para conseguirmos fazer uma educação diferente, em que se aprende na prática e de maneira divertida, pondera Roque.
Para ele, quando se fala em ensino tradicional já vem à cabeça a memória de sala de aula, onde os alunos sentam e escutam o professor, tiram as dúvidas no momento da aula e o conhecimento acaba ficando por ali. No ensino híbrido, existem outros tipos de metodologias que auxiliam tanto o professor como o aluno a ir além da sala de aula. “A sala de aula invertida, por exemplo, é uma das metodologias assertivas para esse momento, pois o aluno vai ter esse material antecipado para depois discutir em sala de aula. Isso acontece também em momentos online, que despertam o engajamento dos alunos”, analisa. Muito além das aulas expositivas, é possível, por exemplo, explorar e debater um problema do mundo real no Minecraft.



