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Entrevista: Manoel Mota (PMDB)

Candidato ao cargo de deputado estadual

Por Redação Engeplus

3 min de leitura

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Foto: Douglas Saviato

Filho de agricultores, Manoel Mota, candidato a deputado estadual pelo Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), se dedicou à agricultura até os 18 anos de idade, e deixou a êxodo rural para ser caminhoneiro por alguns anos. Aos 31 anos ingressou na vida política. Casado e com três filhos, em 1982 foi prefeito de Araranguá e por seis vezes foi eleito deputado estadual. Atualmente, com 73 anos de idade, busca o sétimo mandato para dar continuidade aos projetos pleiteados para a região Sul de Santa Catarina nos mandatos anteriores.

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Bandeiras e propostas - Entre as prioridades, Mota destaca a conclusão de obras de infraestrutura de fundamental importância para a mobilidade e o desenvolvimento turístico do Estado. “Da Interpraias, já consegui uma etapa - de Laguna ao Camacho-, agora já estamos lutando pelo trecho de Passo de Torres a Balneário Gaivota. Precisamos concluir as obras da Serra da Rocinha, a Serra do Fachinal e a Interpraias. Vamos transformar a região em um potencial turístico sem limite, que vai gerar renda, emprego e principalmente que não polui”, defende ao destacar que a qualificação profissioal e as empresas não podem ser esquecidas.

“Temos que priorizar as empresas que até agora alimentaram a economia da região. Precisamos criar parcerias com a Facisc (Federação das Associações Empresariais de Santa Catarina), Fiesc (Federação Indústrias do Estado de Santa Catarina), associações comerciais e com as prefeituras para qualificar a mão de obra, para que empresas de alta tecnologia possam ser trazidas à nossa região e ao mesmo tempo dar uma melhor remuneração ao nosso trabalhador”, frisa.

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No aspecto da Saúde Pública, o candidato defende o trabalho conjunto de políticos e lideranças para cobrar da União e do Estado os investimentos que as unidades hospitalares carecem. “Eu não posso admitir que o município tenha que colocar 15 ou 20% do orçamento nos hospitais para não ser punido. O Estado coloca 12% do orçamento do Tribunal de Contas. A União tem de colocar 10 e coloca 4%. Como uma entidade vai sobreviver? Os hospitais estão sobrevivendo com os convênios”, destaca.

Sobre a Segurança, Mota avalia que a área carece de uma reforma geral, principalmente no formato das penas em regime fechado. “Colocamos muitas pessoas por motivos banais na cadeia e deixamos os traficantes soltos. Precisamos fazer um grande trabalho na segurança pública. Só fazer presídio não vai resolver o problema. As pessoas que tem condições de trabalhar e não oferecem risco à sociedade devem trabalhar, nem que retornem à noite para dormir”, propõe.

Voto do eleitor – “Em todos os meus mandatos, sempre exerci estando em contato direto com a minha região, vou para a assembleia e volto para a minha região, diferente de muitos que estão aqui pendurados e após as eleições não estarão mais. Eu espero merecer a confiança da população, para poder somar em defesa da nossa região”, destaca.

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