Mutirão na escola
Escola Vilson Lalau recebe mutirão de organização e limpeza
Professores e a própria comunidade participaram da ação, em Criciúma
Por Redação Engeplus
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Professores, funcionários, pais e alunos deflagraram uma verdadeira força-tarefa, neste sábado, para botar a “casa em ordem” na Escola Municipal Vilson Lalau, no bairro Cristo Redentor, em Criciúma. O mutirão teve o propósito de, mais do que efetuar a limpeza, embelezar os espaços ou criar espaços para as crianças utilizarem, mas de fortalecer na comunidade escolar o sentimento de que a escola pertence a elas.
A ideia de organizar os voluntários para promover as melhorias e organizações necessárias à escola partiu dos próprios professores, segundo a diretora do educandário, Mariângela Tonetto. “A intenção principal é fortalecer o vínculo da escola com a comunidade, trazer os pais para participar do dia-a-dia do lugar onde os filhos estudam. A temática vai também ao encontro do que queremos enfatizar na Festa da Família, que vamos promover aqui na escola em junho”, explicou.
As cerca de 30 pessoas que tiraram um pouco do tempo de descanso do sábado para dedicar à Escola Vilson Lalau receberam a visita do prefeito Márcio Búrigo e da secretária municipal de Educação, Rose Reynaud. “Esta ação me traz um profundo sentimento de orgulho por comprovarmos a abnegação dos nossos professores, profissionais que cumprem com louvor a missão de educar e transformar a sociedade, através das próprias ações, dentro e fora das salas de aula”, enalteceu Búrigo.
O parquinho, o pátio e a biblioteca são os principais locais em que as crianças perceberão mudanças ao chegarem para a rotina de aulas na segunda-feira. Pneus foram pintados na área de recreação e, também pela ação dos voluntários com tinta e pincel na mão, o pátio conta com novos espaços para atividades lúdicas.
A Escola João Locatelli, no bairro Primeira Linha, também recebeu a comunidade escolar para um mutirão, o qual foi acompanhado pela secretária Rose. “Estas ações mostram o quanto as pessoas estão tendo o reconhecimento de que a escola é um valor e um patrimônio das próprias comunidades”, observou ela.
Colaboração: João Pedro Alves/Decom



