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CRICIÚMA

Escolas municipais recebem livros sobre africanidades

Livros A África está em nós e Africanidades Catarinenses estarão à disposição em 52 escolas municipais

Por Redação Engeplus

2 min de leitura

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Foto: Divulgação

Todos os meses a Secretaria Municipal de Educação de Criciúma realiza um encontro com os diretores das escolas da rede para tratar de assuntos pertinentes ao bom andamento dos serviços prestados aos estudantes criciumenses. Nesta quarta-feira, dia 23, a pauta apresentada teve um momento importante: a entrega dos livros A África está em nós e Africanidades Catarinenses, que estarão à disposição em 52 escolas municipais que possuem o Ensino Fundamental.

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Segundo a secretária municipal de Educação, Rose Reynaud, a Administração Municipal, por meio da pasta, tem feito muitas ações para que a educação das relações étnicos-raciais seja um compromisso de gestores e professores. “Nós, enquanto Secretaria de Educação, temos o compromisso da gestão e a promoção da igualdade racial, pois queremos uma educação igualitária. Esses livros de Africanidades subsidiarão as práticas educativas que promovam a inserção da diversidade étnico-racial em todos os tempos e espaços da instituição”, destaca a secretária.

Também tem sido buscada a implementação das Diretrizes Curriculares Municipais para a Educação das relações étnico-raciais para o ensino da História e Cultura Afro-Brasileira, Africana e dos Povos Indígenas. As coordenadoras da Coordenadoria de Promoção da Igualdade Racial de Criciúma (Copirc), Maria Estela Costa da Silva e Munique do Nascimento, estiveram presentes no encontro esclarecendo a inclusão da cultura afro nas escolas municipais.

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De acordo com Munique, os livros mostram particularidades nas relações inter-raciais, explicando fatos e contextos que interferem na realidade de hoje. “É importante que crianças e adolescentes conheçam a cultura africana. Com a chegada dos novos livros que estão sendo disponibilizado para a rede tenho certeza que os profissionais conseguirão despertar o interesse dos estudantes e, por muitas vezes, desmistificar certas visões que já trazem consigo distorcidas”, comenta.

(Colaboração / Texto: Milena dos Santos / Secom)

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