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Espelhos da redação do Enem 2018 são liberados pelo Inep

Correções foram publicadas na manhã desta terça-feira, dia 19

Por Redação Engeplus

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Foto: Divulgação

Os participantes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2018 já podem ter acesso à vista da redação para fins pedagógicos. Os espelhos de correção foram publicados na manhã desta terça-feira, dia 19, na Página do Participante, pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Para correção, foram seguidos os critérios das cinco competências, definidos na Cartilha do Participante – Redação no Enem. Com a vista, o participante tem a oportunidade de conferir o que errou e o que acertou. Ao todo, 55 obtiveram a nota máxima e 112.559 (2,73%) zeraram a prova de redação.

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Também foram liberadas as notas dos participantes que fizeram o exame em busca de uma autoavaliação. Conhecidos como treineiros, esses participantes não tinham terminado o ensino médio no ano passado e eram menores de 18 anos quando foram aplicadas as provas. Como esses resultados não podem ser usados para acesso à educação superior, são tradicionalmente divulgados 60 dias depois dos resultados dos participantes regulares. Dos 6.731.203 inscritos para o Enem 2017, 8,9% eram treineiros.

As duas divulgações encerram a edição 2018 do Enem, que teve seus resultados e principais números anunciados em janeiro de 2019. “O Inep, agora, se prepara para a divulgação do edital do Enem 2019, nos próximos dias. Estamos trabalhando para realizar um Enem seguro, com excelência logística e pedagógica”, afirma o presidente do Inep, Marcus Vinicius Rodrigues. O cronograma do Enem 2019 já foi adiantado pelo Inep no final de fevereiro. As provas serão em 3 e 10 de novembro.

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O Enem 2018 também teve a menor taxa de ausentes desde que assumiu o formato atual, em 2009. Dos participantes confirmados, 24,53% não compareceram aos dois dias de prova. “A queda na abstenção confirma a eficiência de medidas adotadas pelo Inep, por meio de seu sistema de isenção e de inscrição, para evitar o desperdício do dinheiro público”, explica Camilo Mussi, diretor de tecnologia e disseminação de informações educacionais do Instituto.

Colaboração: Ministério da Educação

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