Estabelecimentos comerciais do Rio Maina são arrombados e furtados
Para uma das vítimas, prejuízo ultrapassa os R$ 20 mil
Por Redação Engeplus
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Proprietários de estabelecimentos comerciais do Edifício Alexandre Colombo do distrito do Rio Maina, em Criciúma, foram surpreendidos nesta manhã. Pelo menos cinco salas comerciais foram arrombadas e pertences foram furtados durante esta madrugada.
Conforme o advogado e vereador de Criciúma, Júlio Colombo, que possui um escritório de advocacia no local, foram levados do seu estabelecimento notebooks, impressoras, CPUs e até um bebedouro.
“Agora, vamos tentar pela câmera de segurança instalada na rua identificar algum suspeito”, ressalta. Dentro do edifício, segundo as vítimas, não há câmeras de segurança e alarmes. Há seis meses instalada no local, a proprietária de um salão de beleza, Eunice Gomes da Silva, foi a mais lesada.
Segundo a vítima, entre produtos utilizados nos procedimentos capilares, equipamentos e semijoias, o prejuízo ultrapassa os R$ 20 mil. “Trabalhamos tanto tempo para construirmos o nosso próprio negócio para em pouco tempo tudo ser furtado”, lamenta. O salão também aluga roupas e acessórios para festas. “Ainda nem consegui ver as roupas, mas as bolsas foram todas levadas”, frisa.
Em outra sala, onde funciona uma clínica odontológica uma televisão foi furtada. Os criminosos também tentaram levar do local um aparelho de ar acondicionado, mas não obtiveram sucesso. As vítimas foram informadas dos furtos através de uma mulher que viu dois homens saindo do edifício nesta manhã. De acordo com os comerciantes, o bairro não possui policiamento. “Nunca vemos policial e viaturas passando pelo bairro, principalmente, durante a madrugada”, frisa Eunice.
Conforme o capitão da Polícia Militar de Criciúma, Eduardo Moreno Persson, o distrito do Rio Maina conta com policiamento e duas viaturas em rondas diariamente. “O arrombamento depende muito da prevenção da pessoa que vai ajudar a evitar esses casos. Se o comerciante não oferece impeditivos para estes crimes, eles acontecem. São alarmes, câmeras de segurança e vigilantes, por exemplo. A Polícia Militar é apenas um elemento entre o ambiente, a vítima e o agente”, explica.
A comunidade, segundo o capitão, pode solicitar na Polícia Militar palestras orientativas para que os arrombamentos sejam evitados. Setores da PM foram criados nos bairros e a solicitação pode ser no posto da comunidade.



