Estrutura do
Estrutura do Terminal exige reforma
Por Redação Engeplus
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Usuários do sistema integrado de transporte coletivo manifestam diariamente a preocupação com o estado de conservação dos Terminais Central e da Próspera.
Várias vigas apresentam rompimento, além de avançado estágio de oxidação. O presidente da CriciúmaTrans, Luiz Fernando Cardoso, no entanto, garante que a estrutura metálica não oferece riscos.
"Já concluímos um levantamento e só não encaminhamos ainda os reparos porque os custos são bem elevados", informa. "A sustentação da estrutura, contudo, se apóia em outros suportes", tranqüiliza.
O investimento, segundo Luiz Fernando, deve oscilar entre R$ 250 mil e R$ 300 mil. "Teremos que alocar esses recursos fora porque a prefeitura não dispõe", acrescenta.
AVALIAÇÃO
A pedido do Portal Engeplus, um engenheiro especializado em estruturas metálicas produziu uma avaliação preliminar do estado das tubulações. Sem qualquer enfoque alarmista, ele adverte que a atmosfera na região de Criciúma mescla uma perigosa combinação para os metais: o salitre da aragem marítima com o enxofre da reserva carbonífera.
Eis o parecer técnico:
1) A estrutura tubular corrompida é apenas decorativa, o que a princípio não representa risco à cobertura, embora as vigas ao se soltarem possam ferir quem estiver abaixo;
2) Estruturas tubulares têm o seu peso distribuído; logo, uma ruptura pode enfraquecer, sim, a sua sustentação;
3) Oxidações externas são indicativos claros de oxidações internas.
A CriciúmaTrans, observa o engenheiro, deveria agilizar os serviços de reposição das peças, além de verificar o seu grau de oxidação interna. "Muito pior do que protelar a reforma é esperar que Ministério Público decida interditar o Terminal Central", opina. "Isso provocaria um caos no sistema integrado de transporte coletivo."



