Falta mão
Falta mão de obra no Heriberto Hülse
Por Redação Engeplus
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Quem se dispõe a pegar uma pá e cavar valas de 35 a 40 metros de extensão, com 40 a 90 centímetros de profundidade, pode se apresentar no Heriberto Hülse. O Criciúma está com falta de mão de obra para dar sequência às melhorias na drenagem do gramado.
"Claro que o tempo precisa colaborar. Com chuva não tem como trabalhar. Mas também está nos faltando gente para fazer o serviço", reconheceu o vice-presidente de Administração, Carlos Henrique Alamini. "A técnica da drenagem não é problema".
Segundo o dirigente, a recuperação da drenagem está sendo feita a partir de um pedido do departamento de futebol, que reclamou das condições do gramado após o empate com a Chapecoense em 1 a 1. "Quando houve a troca do gramado, não se recuperou a drenagem. No meio do ano, se fez um paliativo. Agora, o campo está bastante danificado", reconhece.
Para se completar o serviço, é necessário abrir oito valas com as dimensões já citadas. Até agora, apenas uma foi aberta. Alamini admite que o trabalho pode não estar concluído até o próximo jogo em casa, dia 9 de março, contra a Chapecoense. "Faremos o possível, mas o clima tem que ajudar".



