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Faltam voluntários

Faltam voluntários no Hemosc

Por Redação Engeplus

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Foto: Arquivo Engeplus

Os bancos de sangue do Brasil trabalham com uma meta ousada para os próximos anos: duplicar a quantidade de captação de doadores. Atualmente, o índice nacional, que é reproduzido em Santa Catarina, aponta de no máximo 2% da população costuma doar sangue.

"É um índice baixo. Se houvesse no Brasil a consciência que existe na Europa, onde cada adulto doa sangue duas vezes ao ano, jamais haveria falta de material para quem precisa", garante a gerente técnica do Hemosc em Criciúma, Kerlei Pereira da Silva.

Em Criciúma, onde o Hemosc está instalado desde 1998, há uma necessidade de acréscimo no número de voluntários, que compõe atualmente 60% do contingente de doadores. "Os outros 40% são doadores de reposição, que vem só quando um parente ou um amigo precisa de sangue", revela Kerlei.

A falta de sangue, principalmente os fatores RH negativo, por vezes gera em Criciúma a necessidade de transferência de cirurgias eletivas, até que sejam normalizados os estoques.

Ontem foi o Dia Nacional do Doador de Sangue, encerrando a Semana do Doador de Sangue. Criciúma faz parte da Hemorrede de Santa Catarina em parceria com as unidades do Hemosc de Florianópolis, Blumenau, Chapecó, Joaçaba, Joinville e Lages.

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